sexta-feira, 20 de julho de 2007
sábado, 23 de junho de 2007
Jailza uma princesa toda especial.
segunda-feira, 11 de junho de 2007
quarta-feira, 30 de maio de 2007

A Crucificação de Cristo,a partir de um ponto de vista médico
de C. Truman Davis
de C. Truman Davis
Lendo o livro de Jim Bishop “O Dia Que Cristo Morreu”, eu percebi que durante vários anos eu tinha tornado a crucificação de Jesus mais ou menos sem valor, que havia crescido calos em meu coração sobre este horror, por tratar seus detalhes de forma tão familiar - e pela amizade distante que eu tinha com nosso Senhor. Eu finalmente havia percebido que, mesmo como médico, eu não entendia a verdadeira causa da morte de Jesus. Os escritores do evangelho não nos ajudam muito com este ponto, porque a crucificação era tão comum naquele tempo que, aparentemente, acharam que uma descrição detalhada seria desnecessária. Por isso só temos as palavras concisas dos evangelistas “Então, Pilatos, após mandar açoitar a Jesus, entregou-o para ser crucificado.”
Eu não tenho nenhuma competência para discutir o infinito sofrimento psíquico e espiritual do Deus Encarnado que paga pelos pecados do homem caído. Mas parecia a mim que como um médico eu poderia procurar de forma mais detalhada os aspectos fisiológicos e anatômicos da paixão de nosso Senhor. O que foi que o corpo de Jesus de Nazaré de fato suportou durante essas horas de tortura?
Dados históricos
Isto me levou primeiro a um estudo da prática de crucificação, quer dizer, tortura e execução por fixação numa cruz. Eu estou endividado a muitos que estudaram este assunto no passado, e especialmente para um colega contemporâneo, Dr. Pierre Barbet, um cirurgião francês que fez uma pesquisa histórica e experimental exaustiva e escreveu extensivamente no assunto.
Aparentemente, a primeira prática conhecida de crucificação foi realizado pelos persas. Alexandre e seus generais trouxeram esta prática para o mundo mediterrâneo--para o Egito e para Cartago. Os romanos aparentemente aprenderam a prática dos cartagineses e (como quase tudo que os romanos fizeram) rapidamente desenvolveram nesta prática um grau muito alto de eficiência e habilidade. Vários autores romanos (Lívio, Cícero, Tácito) comentam a crucificação, e são descritas várias inovações, modificações, e variações na literatura antiga.
Por exemplo, a porção vertical da cruz (ou “stipes”) poderia ter o braço que cruzava (ou “patibulum”) fixado cerca de um metro debaixo de seu topo como nós geralmente pensamos na cruz latina. A forma mais comum usada no dia de nosso Senhor, porém, era a cruz “Tau”, formado como nossa letra “T”. Nesta cruz o patibulum era fixado ao topo do stipes. Há evidência arqueológica que foi neste tipo de cruz que Jesus foi crucificado. Sem qualquer prova histórica ou bíblica, pintores Medievais e da Renascença nos deram o retrato de Cristo levando a cruz inteira. Mas o poste vertical, ou stipes, geralmente era fixado permanentemente no chão no local de execução. O homem condenado foi forçado a levar o patibulum, pesando aproximadamente 50 quilos, da prisão para o lugar de execução.
Muitos dos pintores e a maioria dos escultores de crucificação, também mostram os cravos passados pelas palmas. Contos romanos históricos e trabalho experimental estabeleceram que os cravos foram colocados entre os ossos pequenos dos pulsos (radial e ulna) e não pelas palmas. Cravos colocados pelas palmas sairiam por entre os dedos se o corpo fosse forçado a se apoiar neles. O equívoco pode ter ocorrido por uma interpretação errada das palavras de Jesus para Tomé, “vê as minhas mãos”. Anatomistas, modernos e antigos, sempre consideraram o pulso como parte da mão.
Um titulus, ou pequena placa, declarando o crime da vítima normalmente era colocado num mastro, levado à frente da procissão da prisão, e depois pregado à cruz de forma que estendia sobre a cabeça. Este sinal com seu mastro pregado ao topo teria dado à cruz um pouco da forma característica da cruz latina.
O suor como gotas de sangue
O sofrimento físico de Jesus começou no Getsêmani. Em Lucas diz: "E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra." (Lc 22:44) Todos os truques têm sido usados por escolas modernas para explicarem esta fase, aparentemente seguindo a impressão que isto não podia acontecer. No entanto, consegue-se muito consultando a literatura médica. Apesar de muito raro, o fenômeno de suor de sangue é bem documentado. Sujeito a um stress emocional, finos capilares nas glândulas sudoríparas podem se romper, misturando assim o sangue com o suor. Este processo poderia causar fraqueza e choque. Atenção médica é necessária para prevenir hipotermia.
Após a prisão no meio da noite, Jesus foi levado ao Sinédrio e Caifás o sumo sacerdote, onde sofreu o primeiro traumatismo físico. Jesus foi esbofeteado na face por um soldado, por manter-se em silêncio ao ser interrogado por Caifás. Os soldados do palácio tamparam seus olhos e zombaram dele, pedindo para que identificasse quem o estava batendo, e esbofeteavam a Sua face.
A condenação
De manhã cedo, Jesus, surrado e com hematomas, desidratado, e exausto por não dormir, é levado ao Pretório da Fortaleza Antônia, o centro de governo do Procurador da Judéia, Pôncio Pilatos. Você deve já conhecer a tentativa de Pilatos de passar a responsabilidade para Herodes Antipas, tetrarca da Judéia. Aparentemente, Jesus não sofreu maus tratos nas mãos de Herodes e foi devolvido a Pilatos. Foi em resposta aos gritos da multidão que Pilatos ordenou que Bar-Abbas fosse solto e condenou Jesus ao açoite e à crucificação.
Há muita diferença de opinião entre autoridades sobre o fato incomum de Jesus ser açoitado como um prelúdio à crucificação. A maioria dos escritores romanos deste período não associam os dois. Muitos peritos acreditam que Pilatos originalmente mandou que Jesus fosse açoitado como o castigo completo dele. A pena de morte através de crucificação só viria em resposta à acusação da multidão de que o Procurador não estava defendendo César corretamente contra este pretendente que supostamente reivindicou ser o Rei dos judeus.
Os preparativos para as chicotadas foram realizados quando o prisioneiro era despido de suas roupas, e suas mãos amarradas a um poste, acima de sua cabeça. É duvidoso se os Romanos teriam seguido as leis judaicas quanto às chicotadas. Os judeus tinham uma lei antiga que proibia mais de 40 (quarenta) chicotadas.
O açoite
As pequenas bolas de chumbo primeiramente produzem grandes, profundos hematomas, que se rompem com as subseqüentes chicotadas. Finalmente, a pele das costas está pendurada em tiras e toda a área está uma irreconhecível massa de tecido ensangüentado. Quando é determinado, pelo centurião responsável, que o prisioneiro está a beira da morte, então o espancamento é encerrado.
Então, Jesus, quase desmaiando é desamarrado, e lhe é permitido cair no pavimento de pedra, molhado com Seu próprio sangue. Os soldados romanos vêm uma grande piada neste Judeu, que se dizia ser o Rei. Eles atiram um manto sobre os seus ombros e colocam um pau em suas mãos, como um cetro. Eles ainda precisam de uma coroa para completar a cena. Um pequeno galho flexível, coberto de longos espinhos é enrolado em forma de uma coroa e pressionado sobre Sua cabeça. Novamente, há uma intensa hemorragia (o couro do crânio é uma das regiões mais irrigadas do nosso corpo).
Após zombarem dele, e baterem em sua face, tiram o pau de suas mãos e batem em sua cabeça, fazendo com que os espinhos se aprofundem em sua cabeça. Finalmente, cansado de seu sádico esporte, o manto é retirado de suas costas. O manto, por sua vez, já havia aderido ao sangue e grudado nas feridas. Como em uma descuidada remoção de uma atadura cirúrgica, sua retirada causa dor toturante. As feridas começam a sangrar como se ele estivesse apanhando outra vez.
A cruz
Em respeito ao costume dos judeus, os romanos devolvem a roupa de Jesus. A pesada barra horizontal da cruz á amarrada sobre seus ombros, e a procissão do Cristo condenado, dois ladrões e o destacamento dos soldados romanos para a execução, encabeçado por um centurião, começa a vagarosa jornada até o Gólgota. Apesar do esforço de andar ereto, o peso da madeira somado ao choque produzido pela grande perda de sangue, é demais para ele. Ele tropeça e cai. As lascas da madeira áspera rasgam a pele dilacerada e os músculos de seus ombros. Ele tenta se levantar, mas os músculos humanos já chegaram ao seu limite.
O centurião, ansioso para realizar a crucificação, escolhe um observador norte-africano, Simão, um Cirineu, para carregar a cruz. Jesus segue ainda sangrando, com o suor frio de choque. A jornada de mais de 800 metros da fortaleza Antônia até Gólgota é então completada. O prisioneiro é despido - exceto por um pedaço de pano que era permitido aos judeus.
A crucificação
A crucificação começa: Jesus é oferecido vinho com mirra, um leve analgésico. Jesus se recusa a beber. Simão é ordenado a colocar a barra no chão e Jesus é rapidamente jogado de costas, com seus ombros contra a madeira. O legionário procura a depressão entre os osso de seu pulso. Ele bate um pesado cravo de ferro quadrado que traspassa o pulso de Jesus, entrando na madeira. Rapidamente ele se move para o outro lado e repete a mesma ação, tomando o cuidado de não esticar os ombros demais, para possibilitar alguma flexão e movimento. A barra da cruz é então levantada e colocado em cima do poste, e sobre o topo é pregada a inscrição onde se lê: "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus".
O pé esquerdo agora é empurrado para trás contra o pé direito, e com ambos os pés estendidos, dedos dos pés para baixo, um cravo é batido atraves deles, deixando os joelhos dobrados moderadamente. A vítima agora é crucificada. Enquanto ele cai para baixo aos poucos, com mais peso nos cravos nos pulsos a dor insuportável corre pelos dedos e para cima dos braços para explodir no cérebro – os cravos nos pulsos estão pondo pressão nos nervos medianos. Quando ele se empurra para cima para evitar este tormento de alongamento, ele coloca seu peso inteiro no cravo que passa pelos pés. Novamente há a agonia queimando do cravo que rasga pelos nervos entre os ossos dos pés.
Neste ponto, outro fenômeno ocorre. Enquanto os braços se cansam, grandes ondas de cãibras percorrem seus músculos, causando intensa dor. Com estas cãibras, vem a dificuldade de empurrar-se para cima. Pendurado por seus braços, os músculos peitorais ficam paralisados, e o músculos intercostais incapazes de agir. O ar pode ser aspirado pelos pulmões, mas não pode ser expirado. Jesus luta para se levantar a fim de fazer uma respiração. Finalmente, dióxido de carbono é acumulado nos pulmões e no sangue, e as cãibras diminuem. Esporadicamente, ele é capaz de se levantar e expirar e inspirar o oxigênio vital. Sem dúvida, foi durante este período que Jesus consegui falar as sete frases registradas:
Jesus olhando para os soldados romanos, lançando sorte sobre suas vestes disse: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. " (Lucas 23:34)
Ao ladrão arrependido, Jesus disse: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso." (Lucas 23:43)
Olhando para baixo para Maria, sua mãe, Jesus disse: “Mulher, eis aí teu filho.” E ao atemorizado e quebrantado adolescente João, “Eis aí tua mãe.” (João 19:26-27)
O próximo clamor veio do início do Salmo 22, “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”
Ele passa horas de dor sem limite, ciclos de contorção, câimbras nas juntas, asfixia intermitente e parcial, intensa dor por causa das lascas enfiadas nos tecidos de suas costas dilaceradas, conforme ele se levanta contra o poste da cruz. Então outra dor agonizante começa. Uma profunda dor no peito, enquanto seu pericárdio se enche de um líquido que comprime o coração.
Lembramos o Salmo 22 versículo 14 “Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim.”
Agora está quase acabado - a perda de líquidos dos tecidos atinge um nível crítico - o coração comprimido se esforça para bombear o sangue grosso e pesado aos tecidos - os pulmões torturados tentam tomar pequenos golpes de ar. Os tecidos, marcados pela desidratação, mandam seus estímulos para o cérebro.
Jesus clama “Tenho sede!” (João 19:28)
Lembramos outro versículo do profético Salmo 22 “Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte.”
Uma esponja molhada em “posca”, o vinho azedo que era a bebida dos soldados romanos, é levantada aos seus lábios. Ele, aparentemente, não toma este líquido. O corpo de Jesus chega ao extremo, e ele pode sentir o calafrio da morte passando sobre seu corpo. Este acontecimento traz as suas próximas palavras - provavelmente, um pouco mais que um torturado suspiro “Está consumado!”. (João 19:30)
Sua missão de sacrifício está concluída. Finalmente, ele pode permitir o seu corpo morrer.
Com um último esforço, ele mais uma vez pressiona o seu peso sobre os pés contra o cravo, estica as suas pernas, respira fundo e grita seu último clamor: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!” (Lucas 23:46).
O resto você sabe. Para não profanar a Páscoa, os judeus pediam para que o réus fossem despachados e removidos das cruzes. O método comum de terminar uma crucificação era por crucificatura, quebrando os ossos das pernas. Isto impedia que a vítima se levantasse, e assim eles não podiam aliviar a tensão dos músculos do peito e logo sufocaram. As pernas dos dois ladrões foram quebradas, mas, quando os soldados chegaram a Jesus viram que não era necessário.
Conclusão
Aparentemente, para ter certeza da morte, um soldado traspassou sua lança entre o quinto espaço das costelas, enfiado para cima em direção ao pericárdio, até o coração. O verso 34 do capítulo 19 do evangelho de João diz: "E imediatamente verteu sangue e água." Isto era saída de fluido do saco que recobre o coração, e o sangue do interior do coração. Nós, portanto, concluímos que nosso Senhor morreu, não de asfixia, mas de um enfarte de coração, causado por choque e constrição do coração por fluidos no pericárdio.
Assim nós tivemos nosso olhar rápido – inclusive a evidência médica – daquele epítome de maldade que o homem exibiu para com o Homem e para com Deus. Foi uma visão terrível, e mais que suficiente para nos deixar desesperados e deprimidos. Como podemos ser gratos que nós temos o grande capítulo subseqüente da clemência infinita de Deus para com o homem – o milagre da expiação e a expectativa da manhã triunfante da Páscoa.
terça-feira, 29 de maio de 2007

Como adorar a Deus quando se está ferido
Por Rick Warren
"A história de Jó está na Bíblia por causa de uma pergunta: “Será que eu adoraria a Deus se tudo desse errado na minha vida?” - Rick Warren
Todos passam por experiências que machucam na vida, mesmo aqueles que estão no ministério. Estas feridas podem ser físicas, espirituais, emocionais ou relacionais; podem estar em sua vida agora ou aparecer em breve. Então, o que fazer quando estamos feridos? Adore. É o único antídoto para nossa dor. Jó é um grande exemplo disso. Ele perdeu tudo – sua riqueza, família, amigos e saúde – em um período de 24 horas. Em um único dia, Jó vai de herói a nada. Em todo o livro de Jó, vemos um homem que está profundamente ferido: fisica, relacional e emocionalmente. Mesmo assim, o livro conta a história de como Jó adorou a Deus, ao invés de se tornar amargo. Como você faz isso? Como se conectar com Deus em meio a uma crise em sua vida? Muitos de vocês tiveram uma crise esta semana. Outros estão carregando suas feridas por toda a vida e ainda não conseguiram se livrar delas. Para adorar em meio a esta dor, você precisa:
1. Sentir a dor. Fale para Deus exatamente como se sente.
Você precisa por para fora todos os seus sentimentos. Quando você compartilha seus sentimentos com Deus, quando confia à Ele sua dor, você está adorando – mesmo quando estes sentimentos são negativos. Jó expressou sua dor para Deus. Jó 1.20 diz: “Ao ouvir isso, Jó levantou-se, rasgou o manto e rapou a cabeça. Então prostrou-se, rosto em terra, em adoração”. No antigo Oriente Médio, isto é o que as pessoas faziam quando queriam mostrar frustração, raiva ou profunda tristeza – eles rasgavam suas roupas. Deus não fez nossos corpos para lidar com emoções negativas. Deus nunca nos criou para isso. Quando engolimos nossas emoções, nosso estômago é que sente.Então, a primeira coisa que você deve fazer quando passar por uma experiência dolorosa em sua vida é: confessar. Fale para Deus que você não gostou do que aconteceu – Detestei! Não se preocupe. Deus pode lidar com isso.
2. Louve a Deus.
Depois que você passa pelo sofrimento, louve a Deus, à despeito de suas circunstâncias. Não agradeça a Deus por seus problemas, mas agradeça a Ele em meio aos seus problemas.A história de Jó está na Bíblia por causa de uma pergunta: “Será que eu adoraria a Deus se tudo desse errado na minha vida?” Adoraria? É fácil adorar a Deus quando tudo acontece do meu jeito. É fácil ser um cristão nas horas boas. Mas o que acontece quando tudo vai mal em sua vida? Você ainda confiaria em Deus? Este é o teste final de fé. Você será testado. Isto é garantido. Em algum ponto de sua vida, tudo se despedaçará. Mesmo assim, ainda existem muitas coisas pelas quais podemos louvar a Deus, mesmo quando a vida é dura. Eu costumava pensar que a vida era montanhas e vales – flores e riachos. Mas, quanto mais eu vivo, mais percebo que esta não é a realidade. Não existe um tempo em sua vida quando tudo é perfeito. E não existe um tempo em sua vida quando tudo vai mal. Na verdade, a vida é mais parecida com dois trilhos em uma ferrovia. Um deles são as coisas boas da sua vida e o outro são as ruins. Você tem os dois o tempo todo. Jó escolheu agradecer a Deus, à despeito de sua dor – e você também pode fazer isso.
3. Peça a Deus sabedoria e força.
Quando estamos feridos, mais do que qualquer coisa, precisamos de sabedoria e força para saber o que fazer e ter o poder para fazer. Em toda sua história, Jó dependeu de Deus para ter sabedoria e força. Você não pensa claramente quando está ferido. Você começa a ter pensamentos tolos, tais como retaliação e revanche. Você precisa de sabedoria. A Bíblia fala o seguinte: “No entanto, Deus é sábio e poderoso; ele tem inteligência e entendimento . (Jó 12.13 NTLH)Você também precisa de força – o poder para fazer a coisa certa. Salmo 37.39 diz: “O SENHOR Deus salva do perigo os que são bons e os protege em tempos de aflição.” Eu não sei qual é o tipo de problema que está enfrentando neste momento, mas sei que Deus está esperando para fortalecê-lo. Quando você se torna seguidor de Jesus Cristo, terá exatamente os mesmos problemas que tinha antes de segui-lo. Você não está isento! Mas agora tem a sabedoria e a força de Deus disponíveis para você, então... peça a Ele! "Se ainda não aprendeu como compartilhar sua dor, você nunca será curado. Você ficará ferido para o resto de sua vida."
4. Junte-se a outras pessoas para ter apoio.
Deus não quer que adore sozinho. Nunca foi a intenção de Deus que lidasse com toda sua dor e todas as suas feridas, sozinho. Se ainda não aprendeu como compartilhar sua dor, você nunca será curado. Você ficará ferido para o resto de sua vida. Aqui está o problema: Quando estamos feridos, é da natureza humana se recolher. Quando nos ferimos, levantamos barreiras ao nosso redor. Colocamos limites, muros. Nos colocamos dentro de uma concha. Nos trancamos dentro de prisões. Isto é simplesmente tolice. Você nunca será curado se não aprender a se abrir novamente. Esta é uma das razões pela qual até mesmo pastores precisam estar em pequeno grupo, um grupo com outras pessoas que estão no ministério e um grupo em sua igreja. Uma pesquisa recente mostrou que 25% dos norte-americanos dizem não ter amigos chegados, dos quais possam depender. Se você não precisa de um pequeno grupo, você precisará. Você precisará de pessoas que estejam comprometidas com você, para que quando tudo em sua vida cair, eles estejam lá.
5. Continue.
Você sabia que continuar, perseverar é um ato de adoração? Em Jó 2, a esposa de Jó sugeriu que ele “amaldiçoasse Deus e morresse”. Ela sugeriu que seu marido acabasse com sua dor, imediatamente, matando-se. Mas, Jó se recusou. Ao invés disso, ele disse: “Aceitaremos o bem dado por Deus, e não o mal?” Esta é uma declaração de fé conclusiva. Quando tudo parece perdido, Jó confiou em Deus e continuou.O que deu a Jó este tipo de profundidade? Em Jó 19.25 fala: “Eu sei que o meu Redentor vive, e que no fim se levantará sobre a terra”. Jó esperava por um Salvador que retornaria, um redentor. Qualquer sofrimento que possa ter é pequeno comparado com a eternidade. Um dia, se você colocou sua confiança em Deus e em Seu redentor, então viverá com Ele para sempre. E neste dia não haverá mais dor, sofrimento ou tristeza. Portanto, aguente firme e não olhe para “o aqui e agora”, mas para o que Deus planejou para você na eternidade.Aqueles que estão no ministério não estão isentos de sofrimento. Seja uma dor que esteja experimentando por causa de críticas injustas, exaustão ou até mesmo problemas causados por você mesmo; ou se há algum sofrimento do seu passado que nunca tratou, por favor, não ignore esta dor. Não deixe que roube o seu ministério e bloqueie a adoração que deveria estar dando a Deus. Trate disto hoje. Sinta a dor que está em sua vida. Louve a Deus em meio a dor. Peça a Deus sabedoria e força. Junte-se a outras pessoas para ter apoio. E persevere.Lembre-se,
seu Redentor vive!
Rick Warren
segunda-feira, 28 de maio de 2007
As estações da vida não têm a mesma duração, mas todas têm o mesmo valor.(O inverno do coração)
Pr. Marcos Sampaio
(Ministração na vitória dia 27/05/07)
Esperarei no Senhor, que esconde o seu rosto da casa de Jacó, e a ele aguardarei. (Isaias 8.17)
Assim como na natureza, na vida existem estações. A vida de nenhum ser humano está isenta deste principio. A bíblia nos mostra que os grandes homens de Deus passaram por isso, viveram momentos de beleza por causa das flores, dias de calor, época de colher os mais gostosos frutos e também dias de intenso frio, de entorpecimento e de morte, totalmente sem alegria, mas parte necessária da vida; Davi um homem segundo o coração de Deus reclamou destes dias que quero chamá-los de “inverno do coração”(Salmo 10.1/ Salmo 22.1/ Salmo 43.2/Salmo 88.14).
No inverno há duvidas, revesses, doenças e muito frio. Ninguém passa por este período por vontade própria, mas ele sempre chega, em momentos diferentes na vida de cada filho de Deus. É a hora em que Deus parece estar muito distante e você e a solidão toma conta do seu ser. Mas, é preciso lembrar que Ele é fiel e nos fez promessas: “ Não te deixarei” ( Deuteronômio. 31.8/João 14.16e18/Hebreus 13.5).
Quando esta estação chegar à tua vida, não se desespere, Ele está contigo, te dará agasalho e você passará por este tempo de cabeça erguida. Mas, é preciso aplicar alguns princípios:
Primeiro - Diga a Deus como você está.
Derrame seu coração diante de Deus.
Seja sincero com Ele.
Clame (Jó 7.11)
DEUS PODE E SABE LIDAR COM SUAS INCERTEZAS, SUA RAIVA, SEU SOFRIMENTO, SUA CONFUSÃO E SUAS INDAGAÇÕES. ( Rick Warren)
Segundo - Concentre-se em quem Deus é.
Sua natureza imutável (Malaquias 3.6) Deus é bom, amoroso, todo poderoso, detalhista,está no controle, tem um plano para a minha vida e mim salvou.
Terceiro – Confie que Deus cumprirá suas promessas.
Confie nas promessas e não nas emoções. (2 Pedro 3.9)
Um relacionamento baseado em emoções é na verdade fútil.
O verdadeiro adorador adora independente da estação, é quando nos sentimos abandonados que devemos avançar no campo da adoração, em espírito e verdade como está escrito(João 4.23,24)
Quarto – Lembre-se do que Deus já fez por você.
Jesus morreu por você........
Fala o meu amado e me diz: Levanta-te, amada minha, formosa minha, e vem.
Pois eis que já passou o inverno; a chuva cessou, e se foi; aparecem as flores na terra; já chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. (Cantares 2. 10,11,12)
Pr. Marcos Sampaio
(Ministração na vitória dia 27/05/07)
Esperarei no Senhor, que esconde o seu rosto da casa de Jacó, e a ele aguardarei. (Isaias 8.17)
Assim como na natureza, na vida existem estações. A vida de nenhum ser humano está isenta deste principio. A bíblia nos mostra que os grandes homens de Deus passaram por isso, viveram momentos de beleza por causa das flores, dias de calor, época de colher os mais gostosos frutos e também dias de intenso frio, de entorpecimento e de morte, totalmente sem alegria, mas parte necessária da vida; Davi um homem segundo o coração de Deus reclamou destes dias que quero chamá-los de “inverno do coração”(Salmo 10.1/ Salmo 22.1/ Salmo 43.2/Salmo 88.14).
No inverno há duvidas, revesses, doenças e muito frio. Ninguém passa por este período por vontade própria, mas ele sempre chega, em momentos diferentes na vida de cada filho de Deus. É a hora em que Deus parece estar muito distante e você e a solidão toma conta do seu ser. Mas, é preciso lembrar que Ele é fiel e nos fez promessas: “ Não te deixarei” ( Deuteronômio. 31.8/João 14.16e18/Hebreus 13.5).
Quando esta estação chegar à tua vida, não se desespere, Ele está contigo, te dará agasalho e você passará por este tempo de cabeça erguida. Mas, é preciso aplicar alguns princípios:
Primeiro - Diga a Deus como você está.
Derrame seu coração diante de Deus.
Seja sincero com Ele.
Clame (Jó 7.11)
DEUS PODE E SABE LIDAR COM SUAS INCERTEZAS, SUA RAIVA, SEU SOFRIMENTO, SUA CONFUSÃO E SUAS INDAGAÇÕES. ( Rick Warren)
Segundo - Concentre-se em quem Deus é.
Sua natureza imutável (Malaquias 3.6) Deus é bom, amoroso, todo poderoso, detalhista,está no controle, tem um plano para a minha vida e mim salvou.
Terceiro – Confie que Deus cumprirá suas promessas.
Confie nas promessas e não nas emoções. (2 Pedro 3.9)
Um relacionamento baseado em emoções é na verdade fútil.
O verdadeiro adorador adora independente da estação, é quando nos sentimos abandonados que devemos avançar no campo da adoração, em espírito e verdade como está escrito(João 4.23,24)
Quarto – Lembre-se do que Deus já fez por você.
Jesus morreu por você........
Fala o meu amado e me diz: Levanta-te, amada minha, formosa minha, e vem.
Pois eis que já passou o inverno; a chuva cessou, e se foi; aparecem as flores na terra; já chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. (Cantares 2. 10,11,12)
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